Se vocês perceberam estou começando a pedir COMENTÁRIOS eu vou querer COMENTÁRIOS em cada post postarei a quantidade de comentários que terá que ter para continuar a fic , a fic só ira andar com os comentários Obrigado!
OPS: Uma amiga minha disse que os capítulos estão grandes demais, oque vocês acham? acham que eu devo diminuir? sim ou não? quero opiniãos !
indicações?
conselhos?
elogios?
críticas?
o que quiserem.. fiquem a vontade!!
Fanfiction
domingo, 8 de janeiro de 2012
O Diário De Julieta - Capítulo 2
Entreguei minha passagem para uma mulher encarregada de recolher e logo a aeromoça me ajudou a localizar a minha devida poltrona dentro do avião. Dessa vez a minha irmã não iria ao meu lado com o seu pensamento positivo em relação ao nosso futuro no Canadá. Agora sim eu poderia relaxar sem escutar vozes ao meu lado, pois pelo jeito o meu companheiro oculto de viagem não existia. Afinal o avião já estava pra decolar e ninguém se sentou ao meu lado.
Como o vôo tava atrasado e as pessoas ficavam aguardando a decolagem resolvi tirar meu diário da bolsa que se encontrava no bagageiro. Como minha bolsa tem tanta coisa foi difícil detectar o pobre diário lá dentro. Acabei encontrando meu ipod, o livro “A Última Canção” e por fim o meu querido diário... o meu companheiro para os bons e maus momentos.
Enquanto vasculhava meus pertences escuto vozes ao meu redor e sinto um cheiro de um perfume masculino irresistível e um tanto conhecido. Simplesmente ignoro, sento perto da janela e penso que devo estar louca, os motivos para isso não são poucos.
Percebo um vulto se sentando ao meu lado.. legal tenho companhia. Espero que não tenha que falar sobre o clima com ela e que ela não ronca a viagem toda. Ignoro novamente o ser ao meu lado e abro o meu diário pronto para desabafar sobre meus últimos acontecimentos, um tanto irritantes e desastrosos, enquanto escuto a música “Broken-Hearted Girl”, na versão ao vivo, do novo álbum “I Am... World Tour”.
A caneta percorre depressa a folha do meu diário sobre o meu colo. Olho para o chão, seria difícil não reparar no tênis supra roxo que fez até com que eu piscasse pela cor forte que invadia meus olhos. Viro para o lado e vejo aquele ser com cabelo de um tom único e também com lábios, pele e olhos únicos. Ao perceber que o observava ele dá um risinho, também único, e diz:
– Só podia ser você mesmo para impedir que eu sentasse perto da janela.
– Você? – eu disse com uma voz de espanto e descontentamento
– Quem mais podia ser? O Michael Jackson? Ele está morto, esqueceu? - ele diz para mim, ainda rindo
– Pois eu preferia que fosse o fantasma dele ao meu lado do que você, o idiota da cafeteria. – sorri debochado
– Então estamos quites, pois ao meu lado está a doida desastrada da cafeteria. - ele disse dando o troco e se divertindo com a situação. Depois completou com – Sou Justin. Você é... ?
– A doida desastrada da cafeteria que fez você engolir o guardanapo. Quer saber... simplesmente finja que não existo. – respondi e resolvi encarar meu diário voltando aos meus antigos pensamentos.
–Vai ser difícil. – ele sussurrou
Depois de um tempo, acabei caindo no sono. Acordo assustada ao escutar a Hayley Williams cantando “That's what you get when you let your heart win. Woah!”.Quase estourei meu tímpano por causa do volume exagerado que estava o ipod.
Do meu lado encontrei apenas meu diário aberto sobre a poltrona em que o tal... Justin deveria estar sentado. Suspiro aliviada por saber que ele já se foi e que já aviamos pousado ao ver a aeromoça acordando os passageiros dorminhocos, assim como eu, ainda presentes no avião. Pego o diário, minha bagagem e vou ao encontro da minha família.
O caminho até a nova casa até que foi rápido, desço do carro e encaro a fachada. Quando entro vejo que a mudança já tinha sido realizada anteriormente, então a mobília estava nos seus devidos lugares. Subo em busca do meu quarto.
A vista era perfeita, de frente para uma praça com flores, lagos e no centro um gazebo ainda conservado, mas que me lembrava o período colonial. A neve caia delicadamente e se acumulava na minha sacada.
Saí de um país tropical para um todo congelado. Eu de cabelos negros, olhos castanhos e pele bronzeada em uma cidade onde a maioria das pessoas eram branquinhas, loiras e de olhos claros. Pensar em tudo isso me fez rir.
– Gostou do quarto? – meu pai, Adan, perguntou ao abrir a porta.
– Perfeito. – sorri de forma sincera
–Sabíamos que iria gostar, afinal é sua cara e tem bastante espaço. – ele falou
– É.. eu sei que sou um pouco espaçosa – confessei
–Um pouco? – ele perguntou de forma irônica e brincalhona
– Sim senhor ADAN apenas um pouquinho. Você não quer que eu também aponte um defeito seu né?! Como por exemplo... os seus gritos de comemoração quando seu time faz gol, cesta ou sei lá. Só sei que o eco faz até balançar as paredes da sala.- disse também brincando e rindo
–Ok. Ponto pra você.- ele riu – Aaa só pra avisar, não estamos de férias. Então as suas aulas já começam amanhã. Eu e sua mãe já fizemos a matrícula quando viemos pra cá mobiliar a casa.
–Está bem... sabia que ia vir um bomba. – eu disse enquanto ele já descia a escada do hall.
Pego a minha bolsa e jogo tudo o que tinha dentro dela em cima da cama. O visor do meu celular marcava 5 ligações perdidas, 2 mensagens e 1 correio de voz. Pensei: só pode ser a Emily.
Fui tomar um banho pra relaxar o corpo. Ainda de roupão resolvi deitar na cama, mandar uma mensagem para minha amiga Emily avisando que cheguei, que estava tudo bem e que sentia saudades. Larguei o celular e peguei o diário a fim de terminar de escrever. Abro na página em que tinha parado e vejo um papel escrito com uma caligrafia itálica:
Você tem uma letra linda!
\t Justin
Era só o que me restava... aquele menino leu meu diário.
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Capítulo 5 - Só em sonho.
– Você realmente se importa ou só quer saber da minha vida? - Ele disse calmamente, eu não respondi nada. - Viu? - Ele saiu do estabelecimento.
Corri atrás dele, o tempo não já estava muito bom, frio e um chuva fina.
– Justin!
Ele parou e me fitou, ele havia colocado o capuz na cabeça, já eu estava com os meus cabelos molhados.
– O que foi, garota? - Ele colocou as mãos do bolso do casaco.
– Por quê você me ignora?
– Por quê você quer saber da minha vida? Cuide da vida de outro. - Ele falou num tom rude.
– Responde a minha pergunta.
– Eu não gosto de você.– Aquela frase foi como uma facada no meu peito.
Fiquei em silêncio fitando seu rosto.
– Era só isso? - Ele perguntou e eu permaneci em silêncio.
Ele continuou andando me deixando sozinha na chuva.
Nessa altura, além do meu cabelo está encharcado, minhas roupas também estavam.
Sentei no meio-fio e comecei a chorar. Nem eu mesma entendi o motivo.
Eu não gosto de você. ele disse tão seriamente, ele não gosta de mim. Por quê? O que eu fiz?
– Susy? Por quê está ai, e chorando? - Era Chaz
Eu nem respondi, ele me puxou e me deu um abraço.
Ele não se importou de eu estar molhada, ou de estar na chuva, só me abraçou.
Voltamos para o estabelecimento.
– Quer me contar o que houve?
Notei que a Rach não estava ali.
– Cadê a Rach?
– Foi no banheiro.
– Ele me odeia. - Disse fitando a mesa.
– O que ele fez?
– Além de me tratar mal ele disse 'Eu não gosto de você.'
– Isso não significa que ele te odeie, talvez ele só esteja assustado com o seu interesse na vida dele. O fato ocorrido foi no inicio do ano passado, e a mais de cinco meses ninguém toca no assunto, ninguém mostra interesse, todos se acostumaram com o que aconteceu, e ele quer viver assim então todos deixam.
Continuei sem olhar para Chaz, algumas lágrimas insistiram em cair de meus olhos.
– Amor a primeira vista. - Chaz disse num tom fofo.
– Que amor a primeira vista o que!
– Eu espero que ele amoleça o coração porque eu não quero a Susy sofrendo! - Ele dizia como se eu não estivesse ali.
– Vou embora, fala pra Rach que minha mãe me ligou e eu tive que ir correndo.
– Ta, tchau. - Ele se aproximou e me abraçou. - Se cuida.
Sai do estabelecimento e caminhei até a minha casa. Não corri, já estava toda encharcada mesmo.
Quando cheguei em casa tomei um belo banho quente e vesti uma roupa confortável.
Desci para tomar um chocolate quente e depois fui dormir.
Tive um sonho estranho.
Sonho on:
Eu estava caminhando por uma rua escura; Pequeninas gotas de chuva caim sobre meus cabelos e molhavam meu belo vestido preto.
Numa esquina não muito longe de onde eu estava avistei Justin vestido com um belo terno.
Mesmo a rua estando pouco iluminada eu pude ver seu sorriso lindo - que nunca vi pessoalmente. -, mas uma menina muito bem vestida chegou até a ele, não conseguia ver seu rosto, mas vi os dois se beijando.
E em uma fração de segundos eu estava sozinha na rua. Corri a procura de Justin mas não o achava.
– Cadê você? - Gritei.
Mas não houve resposta, me sentei no chão, abracei minhas pernas e comecei a chorar baixinho.
Senti alguém se aproximando, me virei para olhar era ele.
Me puxou para uma valsa sem música.
– Eu amo você.– Ele sussurrou em meu ouvido.
Sonho Off.
Acordei com o meu despertador tocando.
Meu coração estava acelerado.
Sorri ao lembrar do final do sonho... só em sonho mesmo.
Me levantei e fui tomar um banho.
Vesti meu uniforme e fui tomar café da manhã - sozinha. - porque o Leonard - o meu 'mordomo' - não toma café junto comigo porque ele acha desrespeito para com os meus pais.
Como disse antes meus pais saem de casa cinco da manhã para trabalhar - isso quando eles voltam para casa. - Minha tia mora aqui perto, mas também sai cedo.
Eu só saio as seis e meia então é melhor ir de ônibus.
Depois que comi fui para o ponto.
O ônibus logo chegou e eu sentei lá atrás.
Como ontem, no ponto seguinte entrou o Drake.
Ficamos conversando até chegar na escola.
– Gata, ta sabendo que sábado vai ter um passeio para um acampamento? - Ele me perguntou enquanto caminhávamos até a sala de história.
– Não estou não, é como?
– Um ônibus que escola vai alugar estará aqui às seis da manhã e nos levara para um acampamento, teremos que passar o dia todo lá.
– Fazendo o que?
– O que quisermos, e vale nota.
– Poxa, nem estou a fim de sair sábado.
– Qualé, vai ser divertido. Lá tem lagoas, cabanas próprias.
– Já foi la?
– Todo primeiro sábado depois que as aulas começam a gente vai pra lá;
– Ah, Todos?
– Sim, vale nota então todos sempre vão.
Fomos os primeiros a entrar na sala de aula.
Ele é claro não sentou em lugar nenhum, só deixou a mochila e saiu de lá pra ficar conversando no corredor.
Sentei em uma cadeira e fiquei esperando.
Justin entrou na sala e se sentou no canto do outro lado, bem longe de mim.
Fiquei olhando para ele por um bom tempo.
– Ei, se não quiser levar um fora sugiro parar de encara-lo. - Chaz sugeriu rindo e logo se sentou no lugar vago ao meu lado.
– Já me acostumei com os foras.
– E olha que você ainda não viu nada.
Aos poucos a sala se encheu e o professor entrou.
Novamente não prestei atenção na aula, sei que vou me ferrar por isso. Na hora da prova não vou saber merda nenhuma.
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